A forma do silêncio Rascunho Curitiba - PR Cléo Busatto: “Escrever é dar forma ao que amadureceu em silêncio” Agosto de 2026, Edição 316
A última fronteira do humano Alexandra Vieira de Almeida Rio de Janeiro - RJ Em "A franja do fim do mundo", Sérgio Abranches combina distopia climática, filosofia e ação cibernética para investigar o que ainda resta da humanidade Agosto de 2026, Edição 316
Sexta-feira à noite, de Marina Colasanti Wilberth Salgueiro Vitória - ES Em “Sexta-feira à noite”, Marina Colasanti expõe a rotina patriarcal e faz da própria forma uma denúncia da opressão, do tédio e da resistência feminina Agosto de 2026, Edição 316, Wilberth Salgueiro
Forma viva Rafael Zacca Rio de Janeiro - RJ Entre estranheza, rigor e violência criadora, obra de Orides Fontela revela uma poesia que muda a cada leitura e desafia os próprios clichês Agosto de 2026, Edição 316
A arte de tergiversar Sérgio Tavares Niterói – RJ Em romance prolixo, Cristina Bresser de Campos passa todo o tempo afastando o leitor do centro de sua trama Agosto de 2026, Edição 316
Monumental Simenon Luiz Paulo Faccioli Porto Alegre - RS A obra de Georges Simenon transforma o romance policial ao investigar, com elegância e precisão psicológica, os paradoxos da alma humana Agosto de 2026, Edição 316
Quando as paredes narram Gisele Eberspächer Curitiba - PR Em "Indócil", a colombiana Laura Ortiz Gómez cruza imigração, exploração e resistência feminina numa Buenos Aires narrada por vozes improváveis Agosto de 2026, Edição 316
Ratos e homens Luiz Antonio de Assis Brasil Porto Alegre - RS Em “Ratos e homens”, Steinbeck transforma o sonho da terra própria em tragédia e revela a força humana em tempos de crise Agosto de 2026, Edição 316, Luiz Antonio de Assis Brasil
Uma purulenta alma soviética Arthur Marchetto Santo André - SP Em "Moscou feliz", Andrei Platónov mostra um processo de modernização infeccioso que impede a humanidade de alcançar os céus Agosto de 2026, Edição 316
Três (e muitas) bibliotecas Nilma Lacerda Rio de Janeiro - RJ Entre guerras, utopias e memórias, bibliotecas surgem como abrigo do saber, ponte entre culturas e forma permanente de insurgência Agosto de 2026, Edição 316