A escritora Rogério Pereira Curitiba – PR Ao preparar o primeiro romance da filha, um escritor revisita a própria infância e descobre na literatura uma forma de reinventar a herança familiar Edição 319, Novembro de 2026, Rogério Pereira
A solidão de decidir Rogério Pereira Curitiba – PR No romance "Cláudia Vera Feliz Natal", Mariana Salomão Carrara explora solidão, dúvida e poder ao acompanhar um juiz às voltas com decisões e afetos Edição 318, Outubro de 2026, Rogério Pereira
O Natal Rogério Pereira Curitiba – PR Há 26 anos sem beber, o autor revisita a violência herdada do pai e a noite em que decidiu interromper a maldição familiar Edição 318, Outubro de 2026, Rogério Pereira
Resta um Rogério Pereira Curitiba – PR Uma fotografia de família e um jogo de tabuleiro expõem perdas, silêncios e afetos impossíveis numa infância que ainda insiste em sobreviver Edição 317, Rogério Pereira, Setembro de 2026
O fogo Rogério Pereira Curitiba – PR O fogo atravessa gerações como ameaça, memória e herança, revelando marcas familiares que o afeto não consegue apagar por completo Agosto de 2026, Edição 316, Rogério Pereira
A fotografia Rogério Pereira Curitiba – PR Do retrato desbotado da infância às imagens felizes do presente, a fotografia revela o tempo que molda, separa e insiste em permanecer Edição 314, Junho de 2026, Rogério Pereira
A faroleira na escuridão Rogério Pereira Curitiba – PR Em "Os imortais", Paulliny Tort explora os limites da linguagem e da experiência humana, entre o silêncio, o tempo e a imaginação Edição 313, Entrevistas, Maio de 2026, Rogério Pereira
A casa Rogério Pereira Curitiba – PR Entre memórias de casas precárias e a perda da mãe, ergue-se uma biblioteca como refúgio Edição 313, Maio de 2026, Rogério Pereira
Sutilezas e brutalidades do racismo Rogério Pereira Curitiba – PR No romance "Meridiana", Eliana Alves Cruz revela como a violência do racismo atravessa gerações, linguagens e corpos Abril de 2026, Edição 312, Rogério Pereira
O amor Rogério Pereira Curitiba – PR Carta infantil reacende memórias de um amor não vivido e expõe, com ironia e ternura, as marcas duradouras do sentimento ao longo da vida Abril de 2026, Edição 312, Rogério Pereira