Ensaios e Resenhas

Evandro Affonso Ferreira, autor de Nunca houve tanto fim como agora.

Filosofia do abandono

Por GISELE BARÃO

O sentido da vida nas ruas e a exclusão social são temas de “Nunca houve tanto fim como agora”

Benjamin Tammuz, autor de Minotauro.

Buscar o abismo

Por Leandro Reis

“Minotauro”, de Benjamin Tammuz, constrói-se de pistas falsas, alusões ambíguas, múltiplos pontos de vista

Menotti del picchia

Sarcasmo e mediocracia

Por RODRIGO GURGEL

“Cummunká”, romance de Menotti Del Picchia, ri com deliciosa ironia das contradições modernistas da Semana de 22

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Simples só na aparência

Por Rodrigo Tadeu Gonçalves

A linguagem clara e os versos livres longos são a marca de “Cabeça de Antígona”, de Patricia Porto

Wellington de Melo, autor de Felicidade.

A última miragem

Por HARON GAMAL

“Felicidade”, de Wellington de Melo, narra a desesperança, a denúncia de um mundo abjeto, sem saída

Nuno Ramos, autor de Adeus, cavalo.

Corpo coberto de linguagens

Por Jorge Ialanji Filholini

A leitura de “Adeus, cavalo”, de Nuno Ramos, surpreende pelas junções de falas e vozes

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As linhas retas de uma mesa quadrada

Por Iara Machado Pinheiro

“Tudo pode ser roubado”, de Giovana Madalosso, diverte, mas não ultrapassa a morna coesão

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Deserto de entressafra

Por WLADIMIR SALDANHA

“Discurso para desertos”, de Denise Emmer, tem o mérito de articular o universo poético da autora em contrapontos

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O bebê está morto

Por Alan Santiago

“Canção de ninar” explora as tensões de classe, raça e gênero no caso de uma babá que assassina os filhos da patroa

Hélio de Seixas Guimarães , autor de Machado de Assis, o escritor que nos lê.

Intérprete do Brasil

Por Marcos Hidemi de Lima

Livro de Hélio de Seixas Guimarães apresenta cerca de cem anos de recepção crítica à obra machadiana

Ilustração: Ramon Muniz

Quem é o monstro?

Por ANDRÉ ARGOLO

Os 200 anos de “Frankenstein”, um personagem que nos assombra pela sua humanidade

Ilustração: Igor Oliver

A peça jamais vista

Por DIEGO PONCE DE LEON

Além de poeta e compositor, Renato Russo foi também dramaturgo; por 30 anos, ninguém soube