Meu pai não sabe datilografia Rogério Pereira Curitiba – PR O desajeitado balé atrás de casa, sob o olhar indiferente de um porco Edição 114, Outubro de 2009, Rogério Pereira
Por que não sorri, mamãe? Rogério Pereira Curitiba – PR Nas paredes as fotografias; sobre a pia um exército de escovas coloridas Edição 113, Rogério Pereira, Setembro de 2009
Na escola, longe da escuridão Rogério Pereira Curitiba – PR No barril, as letras não formavam palavras; esganifado é um neologismo e uma herança Agosto de 2009, Edição 112, Rogério Pereira
Ladrões de versos Rogério Pereira Curitiba – PR A formação de uma quadrilha especializada em furtos e o livro ao lado da xícara de café Edição 111, Julho de 2009, Rogério Pereira
Um rosto entre as árvores Rogério Pereira Curitiba – PR A cicatriz na testa, o muro de cedros atrás do gol e os crisântemos antes do abraço desajeitado Edição 110, Junho de 2009, Rogério Pereira
Três galinhas Rogério Pereira Curitiba – PR Branquinha e a nuvem de poeira; a rua sem pinguela; e a travessia em busca de jabuticabas Edição 109, Maio de 2009, Rogério Pereira
O daltônico e o tênis azul Rogério Pereira Curitiba – PR Cachorros alaranjados, oceanos roxos, o riso maldoso e o tênis a desintegrar na chuva Abril de 2009, Edição 108, Rogério Pereira
Quando meu avô matou Collor Rogério Pereira Curitiba – PR Crônica sobre o homem de mãos imensas, olhos azuis e boina Edição 107, Março de 2009, Rogério Pereira
Carta a um suicida Rogério Pereira Curitiba – PR Agora não posso mais ver teus olhos e tampouco tocar-te, pois estás longe, numa eternidade anunciada ao nascer Edição 7, Novembro de 2000, Rogério Pereira
Por que escrevemos tanto assim? Rogério Pereira Curitiba – PR A vida que levamos — ao contrário do que muitos pensam, ela nunca nos leva; às vezes nos arrasta, é verdade — impingi-nos a vê-la e a aceitá-la como se apresenta Edição 6, Outubro de 2000, Rogério Pereira