Herdando uma biblioteca

Lançada originalmente em 2004, esta espécie de continuação do romance autobiográfico Chove sobre minha infância (2000) traz crônicas que falam sobre o vasto universo literário
Herdando uma biblioteca
Miguel Sanches Neto
Ateliê
192 págs.
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01/11/2020

Lançada originalmente em 2004, esta espécie de continuação do romance autobiográfico Chove sobre minha infância (2000) traz crônicas que falam sobre o vasto universo literário — bibliotecas, leituras, obras herdadas e títulos tanto reais quanto imaginários. No primeiro texto desta segunda edição da obra, revista e ampliada, o escritor paranaense deixa claro qual foi o clima de sua infância: “Livro não era artigo muito comum na Peabiru dos anos 1970 e muito menos em minha família, com forte tendência para a vida prática. Analfabeto, meu pai não poderia ter me legado nenhum livro, e morreu antes de eu entrar na escola”. Se tudo apontava para uma vida distante da ficção, Sanches Neto driblou essa condição para estabelecer uma relação quase obsessiva com a literatura. Para os marinheiros de primeira viagem, que não tiveram contato com a edição anterior, o autor deixa um recado no prefácio: “Vá me desculpando o leitor se, em um canto ou outro, ainda persiste algum cheiro de mofo”.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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