Corpos secos

Existe redenção em meio ao caos? Escrito a oito mãos, o romance Corpos secos — conta a história de um Brasil pós-apocalíptico
Corpos secos
Luisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Borges Polesso e Samir Machado de Machado
Alfaguara
192 págs.
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01/07/2020

Existe redenção em meio ao caos? Escrito a oito mãos, o romance Corpos secos — definição emprestada do historiador, antropólogo e professor Câmara Cascudo (1898-1986) — conta a história de um Brasil pós-apocalíptico, minado por uma doença contagiosa que surgiu no Mato Grosso do Sul devido ao uso irresponsável de agrotóxicos e ocasionou reações inesperadas. Os infectados não possuem mais atividade cerebral, mas continuam existindo atrás de sangue — são os espectros que dão nome à obra e assolam o país. Em um período de seis meses, restam as personagens que encabeçam as narrativas: o paciente zero, uma criança, uma fazendeira e uma engenheira de alimentos que investiga como o surto começou. A esperança delas fica mais ao sul, e cruzar um país tomado por corpos secos não será tarefa fácil. Por um estranho acaso, o livro foi lançado no dia 30 de março de 2020, quando o Brasil já somava mais de 4 mil casos confirmados do novo coronavírus, e as atividades de divulgação que estavam programadas não aconteceram.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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