No romance A confraria da oliveira, Luize Valente conecta passado e presente por meio da história de duas mulheres chamadas Branca. Separadas por séculos, mas unidas por uma oliveira centenária em Santarém, Portugal, elas enfrentam segredos familiares, migrações e perseguições do Santo OfÃcio. A árvore torna-se metáfora da memória e da transmissão entre gerações, sustentando uma narrativa sobre identidade e pertencimento.