Bábi Iar

Leia o poema traduzido "Bábi Iar"
Ilustração: FP Rodrigues
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Ievguêni Ievtuchenko

Nascido em Zimá, na Sibéria, estreou na poesia aos 20 anos, com Os exploradores do futuro (1952). Após a morte de Stalin, tornou-se símbolo da juventude soviética inconformada com os resquícios do período ditatorial e chegou a falar para mais de 100 mil pessoas no antigo Estádio Central Lênin de Moscou. O poema Bábi Iar (1961) denuncia o silêncio da imprensa e dos círculos oficiais à época acerca de um subúrbio de Kiév, na Ucrânia, transformado em campo de concentração nazista. No Brasil, alguns de seus versos estão disponíveis na antologia Poesia russa moderna (1968), com tradução de Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman. Já de sua prosa foram publicados os livros Autobiografia precoce (Brasiliense, 1984), Os frutos selvagens da Sibéria (Nova Fronteira, 1984) e Não morra antes de morrer (Record, 1999).  Ievtuchenko morreu em 2017, nos Estados Unidos, aos 84 anos.

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