ensaios e resenhas Dos opostos que se atraem Faustino Rodrigues Belo Horizonte - MG "Amor e lixo", do tcheco Ivan Klíma, reflete a “ditadura cansada” da antiga Tchecoslováquia Um país de mulheres estranhas Gisele Eberspächer Curitiba - PR "Uma mulher estranha", de Leylâ Erbil, apresenta mudanças e embates da sociedade turca por meio da história de uma família Dias felizes e um amor louco Stefania Chiarelli Rio de Janeiro - RJ "Esperando Bojangles", do francês Olivier Bourdeaut, aborda de modo sensível a complexidade das relações familiares O poeta de muitos poetas Clayton de Souza São Paulo - SP "Sol dos insones" é uma ótima opção para se conhecer a obra de Lord Byron, um dos mais influentes poetas de todos os tempos A língua do luto Carla Bessa Berlim - Alemanha Em "Não fossem as sílabas do sábado", de Mariana Salomão Carrara, o tema central da despedida se desdobra em variações Em busca de uma medida comum Iara Machado Pinheiro São Paulo - SP Nos ensaios de "Não me pergunte jamais", Natalia Ginzburg relata como a passagem do tempo interfere na percepção da realidadez Inferno de quem, companheiro? André Argolo São Paulo - SP "Inferno", do português Pedro Eiras, contém ironia e crítica social, de forma condensada, muitas vezes em ótimas sacadas Bangue-bangue sem fim Ana Cristina Braga Martes São Paulo – SP Romance de Paula Fábrio abarca as relações sociais entre a classe média e os moradores da periferia Nos rastros do fascismo Giovana Proença Taubaté – SP Publicado em 1958, "Os óculos de ouro", do italiano Giorgio Bassani perscruta a cruel gestação do regime criado por Mussolini A estética da desesperança Bruno Nogueira Uberaba – MG "Os coadjuvantes", de Clara Drummond, discute melancolia, riqueza e a distância que separa as classes sociais Na contracorrente Paulo Paniago Brasília – DF Lançamento do livro de estreia do guatemalteco Augusto Monterroso sinaliza o reconhecimento algo tardio desse gênio da economia literária Um livreiro de Florença André Caramuru Aubert Ubatuba - SP "Vespasiano da Bisticci" foi o mais respeitado livreiro do Quattrocento, não apenas em Florença ou na Itália, mas em toda a Europa « Anterior Página1 … Página33 Página34 Página35 Página36 Página37 … Página328 Próxima »
Dos opostos que se atraem Faustino Rodrigues Belo Horizonte - MG "Amor e lixo", do tcheco Ivan Klíma, reflete a “ditadura cansada” da antiga Tchecoslováquia
Um país de mulheres estranhas Gisele Eberspächer Curitiba - PR "Uma mulher estranha", de Leylâ Erbil, apresenta mudanças e embates da sociedade turca por meio da história de uma família
Dias felizes e um amor louco Stefania Chiarelli Rio de Janeiro - RJ "Esperando Bojangles", do francês Olivier Bourdeaut, aborda de modo sensível a complexidade das relações familiares
O poeta de muitos poetas Clayton de Souza São Paulo - SP "Sol dos insones" é uma ótima opção para se conhecer a obra de Lord Byron, um dos mais influentes poetas de todos os tempos
A língua do luto Carla Bessa Berlim - Alemanha Em "Não fossem as sílabas do sábado", de Mariana Salomão Carrara, o tema central da despedida se desdobra em variações
Em busca de uma medida comum Iara Machado Pinheiro São Paulo - SP Nos ensaios de "Não me pergunte jamais", Natalia Ginzburg relata como a passagem do tempo interfere na percepção da realidadez
Inferno de quem, companheiro? André Argolo São Paulo - SP "Inferno", do português Pedro Eiras, contém ironia e crítica social, de forma condensada, muitas vezes em ótimas sacadas
Bangue-bangue sem fim Ana Cristina Braga Martes São Paulo – SP Romance de Paula Fábrio abarca as relações sociais entre a classe média e os moradores da periferia
Nos rastros do fascismo Giovana Proença Taubaté – SP Publicado em 1958, "Os óculos de ouro", do italiano Giorgio Bassani perscruta a cruel gestação do regime criado por Mussolini
A estética da desesperança Bruno Nogueira Uberaba – MG "Os coadjuvantes", de Clara Drummond, discute melancolia, riqueza e a distância que separa as classes sociais
Na contracorrente Paulo Paniago Brasília – DF Lançamento do livro de estreia do guatemalteco Augusto Monterroso sinaliza o reconhecimento algo tardio desse gênio da economia literária
Um livreiro de Florença André Caramuru Aubert Ubatuba - SP "Vespasiano da Bisticci" foi o mais respeitado livreiro do Quattrocento, não apenas em Florença ou na Itália, mas em toda a Europa