Kafka e Cabral com sono José Castello Curitiba - PR Meu amigo, o poeta Fábio Santiago, que está sempre a me desafiar com seus e-mails cheios de afeto e fúria, me sacode com uma frase atordoante de Franz Kafka Edição 150, José Castello, Outubro de 2012
Na falta de liberdade, um pouco de amor Raimundo Carrero Recife - PE Somente agora, tanto tempo passado do fim da Cortina de Ferro, é que sabemos, através da literatura e de romances memoráveis, o que acontecia, de verdade Edição 150, Outubro de 2012, Raimundo Carrero
Memória e esquecimento Luiz Bras São Paulo - SP A escrita é uma das filhas prediletas da memória Edição 150, Luiz Bras, Outubro de 2012
A piscina do menino vivo Rogério Pereira Curitiba – PR Uma tarde quente, as algemas lhe sossegaram a vontade de continuar resistindo Edição 150, Outubro de 2012, Rogério Pereira
O fantasma da literatura feminina Carola Saavedra Colônia - Alemanha Mas que significados estão embutidos nessa expressão, “literatura feminina”? Carola Saavedra, Edição 150, Outubro de 2012
Instabilidade e mediação entre rivais: tradução Eduardo Ferreira Bruxelas - Bélgica A instabilidade do original é a verdadeira causa da incontrolável proliferação de diferentes traduções Edição 149, Eduardo Ferreira, Setembro de 2012
Tom Jobim: o amor e a natureza (4) Rinaldo de Fernandes João Pessoa - PB Dizíamos, na coluna anterior, que Tom Jobim, ao cantar a natureza, configura-a por vezes em diálogo aberto com as proposições românticas Edição 149, Rinaldo de Fernandes, Setembro de 2012
Pound, Clarice e outros Affonso Romano de Sant'Anna Rio de Janeiro - RJ Octavio Paz publicou meu ensaio sobre Ezra Pound na revista "Vuelta". Ele também tem restrições ao poeta americano Affonso Romano de Sant’Anna, Edição 149, Setembro de 2012
A suavidade do escuro José Castello Curitiba - PR "Também os artistas são vítimas de suas obras. Também eles não as suportam. Também eles se assustam com os dejetos que cospem para fora de si." Edição 149, José Castello, Setembro de 2012
Os caboclos Alberto Mussa Rio de Janeiro - RJ Valdomiro Silveira “estudou” o caboclo, conviveu com ele. Ao mesmo tempo em que anotava expressões e modos de falar Alberto Mussa, Edição 149, Setembro de 2012