WILBERTH SALGUEIRO

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A rainha careca, de Hilda Hilst

Por WILBERTH SALGUEIRO

“A rainha careca” registra o auge da literatura perversa de Hilda Hilst

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Vermelho, de João Guimarães Rosa

Por WILBERTH SALGUEIRO

Encena-se uma sexualidade ativa, corporal, transbordante, libidinal, quente, viva, latejante, pulsional

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Gente miúda, de Sérgio Vaz

Por WILBERTH SALGUEIRO

Nos versos de “Gente miúda” ganha o protagonismo trágico um sujeito chamado Daniel

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Registro, de Ricardo Silvestrin

Por WILBERTH SALGUEIRO

Ricardo Silvestrin é um poeta despojado, crítico, engraçado e versátil

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O colono e o fazendeiro, de Carolina Maria de Jesus

Por WILBERTH SALGUEIRO

Poesia de Carolina Maria de Jesus reacende polêmicos debates entre alta e baixa literatura

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Aguafuerte porteña, de Ricardo Corona

Por WILBERTH SALGUEIRO

O próprio alcance da noção de “América” está em todo o poema

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Crianças no semáforo, de Alberto da Cunha Melo

Por WILBERTH SALGUEIRO

A tensão e o conflito se evidenciam, como se uma guerra em miniatura estivesse acontecendo

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Prenúncios de aurora, de Alipio Freire

Por WILBERTH SALGUEIRO

Todo o poema é uma homenagem a uma jovem torturada e assassinada pela ditadura

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Casamento, de Adélia Prado

Por WILBERTH SALGUEIRO

O poema comove, seduz, deseja acionar em nós um estado de felicidade e prazer

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Der Tod ist ein Meister aus Deutschland, de Lino Machado

Por WILBERTH SALGUEIRO

No poema de Machado, a morte vem da Alemanha, sai do poema de Celan e ganha o mundo

Carlos Marighella,  escritor brasileiro.

Liberdade, de Carlos Marighella

Por WILBERTH SALGUEIRO

O célebre guerrilheiro comunista exerceu o ofício de poeta — e sonetista

Nicolas Behr, autor de Umbigo

Umbigo, de Nicolas Behr

Por WILBERTH SALGUEIRO

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