Um corpo para Jaime parte de uma premissa inquietante: Jaime queria morrer, mas não tinha corpo. Criado por Mariano, trabalhador solitário de BrasÃlia, o personagem existe apenas no meio digital, desafiando os conceitos de identidade e humanidade. A narrativa expõe fragilidades das relações virtuais, em que aparência e performance muitas vezes se sobrepõem à essência. Com humor e tensão, Luiza Fariello constrói um romance que questiona a solidão e a virtualização dos afetos na era das redes sociais.