Intramuros

Os poemas de "Intramuros" não parecem oferecer qualquer tipo de conforto
Intramuros
Fabio Santiago
Penalux
62 págs.
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01/05/2020

Os poemas de Intramuros não parecem oferecer qualquer tipo de conforto. Os versos — herméticos e imagéticos, repletos de metáforas e construídos ora com jargões técnicos — exigem decodificação, em uma lírica atormentada por animais, vícios e agonias. A abertura do conjunto, que mostra uma pessoa se cortando e a desolação que decorre desse ato, dá o tom desesperançado do porvir: “Cola o queixo no peito até doer o pescoço,/ olha para baixo, o triste fim de todos nós”.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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