A origem da espécie: o roubo do fogo e a noção de humanidade

Fascinando por mitos há muito tempo, o carioca resolve que é hora de dar voz a eles que, afinal, “são mais velhos que línguas” e “mais antigos que populações”, conforme definições do próprio Mussa
A origem da espécie: o roubo do fogo e a noção de humanidade
Alberto Mussa
Record
352 págs.
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01/08/2021

Fascinando por mitos há muito tempo, o carioca resolve que é hora de dar voz a eles — que, afinal, “são mais velhos que línguas” e “mais antigos que populações”, conforme definições do próprio Mussa. Em seu novo trabalho, passeando por diversos ramos do conhecimento, o autor investiga as origens do Mito do Roubo do Fogo e suas consequências fundamentais para os rumos da espécie humana. Esse mergulho ainda abre espaço para reflexões agudas a respeito do que é a humanidade, a forma atual que ela se organiza nesse mundo pós-roubo e visita um dos maiores mistérios que assombram o ser humano: o nascimento da linguagem, que pode ter surgido antes do homo sapiens. Por mais que o mito não passe de mais um gênero narrativo, pondera o autor das cinco novelas policiais que formam o Compêndio mítico do Rio de Janeiro, trata-se do gênero por excelência — “o mais exuberante, o mais perfeito entre todos, por condensar o máximo de conteúdo com um mínimo de expressão”.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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