A noite dos olhos

Diferentes vozes e cenários são utilizados para contar histórias tão cotidianas quanto inesperadas, explorando estranhamento e surpresas
A noite dos olhos
Heloisa Seixas
Companhia das Letras
168 págs.
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01/06/2020

Heloisa Seixa se dedica à literatura há 25 anos, desde que estreou com o livro de contos Pente de Vênus: Histórias do amor assombrado (1995). Mais recentemente, após duas incursões seguidas pela narrativa de fôlego, com o “quase romance” O oitavo selo (2014) e Agora e na hora (2017), a autora retorna às formas breves em A noite dos olhos. Fiel às experimentações formais, a obra reúne 16 textos mais longos e duas seções de microcontos, em um trabalho de concisão que ela praticou por anos em uma coluna no Jornal do Brasil. Diferentes vozes e cenários são utilizados para contar histórias tão cotidianas quanto inesperadas, explorando o estranhamento e as surpresas que podem surgir do banal. Para abrir a nova coletânea, Dilema no escuro mostra uma mulher trancada em um banheiro, com a luz apagada, segurando um celular — “pequeno instrumento do demônio” — e lutando com a possibilidade de o aparelho colocar em xeque todas suas crenças com relação ao marido.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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