Exausto da rotina, o escritor Gustav von Aschenbach viaja a Veneza, onde se encanta pela beleza do jovem Tadzio. A admiração se transforma em obsessão, enquanto uma epidemia ameaça a cidade. Publicada em 1912, A morte em Veneza explora as tensões entre razão e desejo, arte e decadência. A edição reúne ainda o libreto da ópera de Benjamin Britten, traduzido por Júlio Castañon Guimarães, e posfácios de João Silvério Trevisan e Dieter Borchmeyer.