Morre a escritora e tradutora Anna Maria Martins

Autora venceu prêmio Jabuti de revelação em 1973 e ocupava uma cadeira na Academia Paulista de Letras há 28 anos, desde 1992
Anna Maria Martins traduziu obras de Agatha Christie e Aldous Huxley, entre outros
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on telegram
28/12/2020

Morreu no sábado (26), aos 96 anos, a escritora e tradutora Anna Maria Martins. O anúncio foi feito nas redes sociais pela Academia Paulista de Letras, instituição da qual Martins fazia parte desde 1992. Ela estava há cerca de um mês internada no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo, segundo afirmou a filha Ana Luísa Martins à Folha de S. Paulo.

A escritora iniciou sua carreira como tradutora e, ao longo da vida, trabalhou traduziu obras de autores como Agatha Christie, Aldous Huxley e Maurice Leblanc.

Seus primeiros contos foram publicados no suplemento literário do jornal O Estado de S. Paulo. Já sua principal obra, A trilogia do emparedado e outros contos (1973), foi premiada com o Jabuti de autor estreante. Posteriormente, também lançou os livros Sala de espera (1979), Katmandu (1983) e Retrato sem legenda (1995).

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

Publicidade

Leia também

Rascunho

Curitiba - PR

Em “Solidão e companhia”, organizado pela jornalista Silvana Paternostro, a vida do autor de “Cem anos de solidão” é contada por pessoas próximas
Rascunho

Curitiba - PR

“O som do rugido da onça” narra trajetória de crianças indígenas capturadas no Brasil no século19 pelos pesquisadores alemães Von Spix e Von Martius
Rascunho

Curitiba - PR

Valter Hugo Mãe, José Eduardo Agualusa, Mia Couto, José Luís Peixoto e Gonçalo Tavares abrem a temporada 2021 do evento, idealizado e conduzido por Afonso Borges
Rascunho

Curitiba - PR

Nos quase 60 textos de “Coragem de viver”, escritor gaúcho homenageia sua mãe, Maria Carpi, que completou 30 anos de atividade poética em 2020