inquérito

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Curitiba - PR

Adélia Prado: "A que me inscreve na minha humanidade, confortando-a ou perturbando-a."
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Adriana Lisboa: "Escrever uma linha ou um verso já é bom. Apagar um monte deles também é."
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José Roberto Torero: "Tive a ideia de fazer o Papis et Circenses olhando a capa de uma caderneta."
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Marçal Aquino: "Acho que só tenho uma mania, que é escrever literatura à mão, em cadernos."
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Mariana Ianelli: "É um leitor presente, sem cordão de isolamento e sem trava de segurança."
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Godofredo de Oliveira Neto: "Escrever pensando na opinião dos colegas escritores. É letal para a obra."
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Humberto Werneck: "A facilidade no escrever. O automatismo. Convém lembrar o tempo todo do João Cabral: “Nem deve a voz ter diarreia”."
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Luiz Alfredo Garcia-Roza: "O jornal, durante o café da manhã, a filosofia e a ficção (o livro da vez ou releituras) à noite."
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Julián Fuks: "Solidão e silêncio, e uma quietude atenta: a suspeita de que alguém possa ter dito o que era preciso dizer."
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José Luiz Passos: "Não sentir essa vontade de escrever outro romance e outro, e mais outro, já seria um grande alívio."