Machado é muito bom, mas não é foda Nelson de Oliveira São Paulo - SP Por que eu sempre volto, se no fundo mais fundo de mim mesmo eu já sei que vou encontrar essa chatice hierática? Edição 222, Nelson de Oliveira, Outubro de 2018
Para que serve a literatura? Raimundo Carrero Recife - PE Muita gente assegura que o escritor brasileiro não tem muitos leitores, mas é ingenuidade. Ninguém escreve para milhares de leitores, escreve para o leitor Edição 222, Outubro de 2018, Raimundo Carrero
Cada uma de nós Tércia Montenegro Fortaleza - CE Vocês, leitores do Rascunho, já conhecem o trabalho de Regina Dalcastagné, que desde 2005 investiga o perfil médio do escritor brasileiro Edição 222, Outubro de 2018, Tércia Montenegro
Minimanual do guerrilheiro urbano: leituras e prismas (2) João Cezar de Castro Rocha Rio de Janeiro - RJ O "Minimanual" é composto por um conjunto de notas que nem sempre parecem plenamente desenvolvidas Edição 221, João Cezar de Castro Rocha, Setembro de 2018
Manifesto: convergência (por uma nova ilusão utópica • parte 2) Nelson de Oliveira São Paulo - SP A história da comunicação humana começa com mímicas e grunhidos Edição 221, Nelson de Oliveira, Setembro de 2018
A crise e as crises da universidade pública Alcir Pécora Campinas - SP As transformações nas universidades são demasiado radicais para ser ignoradas Alcir Pécora, Edição 221, Setembro de 2018
Dentro e fora do tempo Miguel Sanches Neto Ponta Grossa - PR Affonso Romano de Sant'Anna chega a um estágio de sublimação do ser Edição 221, Miguel Sanches Neto, Setembro de 2018
A rainha careca, de Hilda Hilst Wilberth Salgueiro Vitória - ES "A rainha careca" registra o auge da literatura perversa de Hilda Hilst Edição 221, Setembro de 2018, Wilberth Salgueiro
Duas Missas do Galo Rinaldo de Fernandes João Pessoa - PB O que fez Moacyr Scliar ao recriar, em "Missa do Galo: um outro enfoque", o conto famoso de Machado de Assis? Edição 221, Rinaldo de Fernandes, Setembro de 2018
Sobre vermes e livros Eduardo Ferreira Bruxelas - Bélgica Ao tradutor cabe tentar recuperar o que foi roído, sendo necessário preencher as lacunas do papel caprichosamente perfurado Edição 221, Eduardo Ferreira, Setembro de 2018