Traduzir a imaginação Eduardo Ferreira Bruxelas - Bélgica “A louca da casa”, de Rosa Montero, possibilita uma reflexão sobre imaginação, memória e tradução como operações que constroem sentidos entre realidade e ficção Edição 309, Eduardo Ferreira, Janeiro de 2026
Poesia e ideologia em Vinicius de Moraes (2) Rinaldo de Fernandes João Pessoa - PB A leitura do poema destaca as epifanias do operário: primeiro, a consciência do valor do trabalho; depois, o desvelamento da exploração social Edição 309, Janeiro de 2026, Rinaldo de Fernandes
Angústia suburbana José Castello Curitiba - PR Em Cascadura, uma busca banal por conserto vira deriva mental: sol, cansaço e memória fazem ressurgir o fantasma de um mestre morto Edição 309, Janeiro de 2026, José Castello
As vozes do lugar mais sombrio Rogério Pereira Curitiba – PR Com "Dança de enganos", Milton Hatoum encerra sua trilogia ao dar voz a Lina, articulando memória íntima, violência política e desilusão histórica Edição 309, Janeiro de 2026, Rogério Pereira
As formas de um segredo João Almino Curitiba - PR "Dança de enganos", que encerra a trilogia O lugar mais sombrio, é um romance em que memória, política e drama familiar se entrelaçam Edição 309, Janeiro de 2026
Um nome para o inenarrável Tatiana Eskenazi São Paulo - SP Em "Despaixão", Paula Lopes Ferreira investiga a violência doméstica pessoal e coletiva Edição 309, Janeiro de 2026
Paisagem e destino Faustino Rodrigues Belo Horizonte - MG Dois romances de João Batista Melo exploram deslocamentos físicos e existenciais, da Patagônia a Belo Horizonte, com rigor e densidade literária Edição 309, Janeiro de 2026
O novo ano entre Kairós, bigas e Moiras José Castilho São Paulo - SP Um olhar crítico sobre razão e barbárie no presente, cruzando filosofia clássica e política para convocar resistência ética e coletiva em 2026 Edição 309, Janeiro de 2026, José Castilho
A ordem sensível do caos Alexandra Vieira de Almeida Rio de Janeiro - RJ Em "Sorriso sorvete de cereja", Giovanna Ramundo organiza o caos da infância pelo olhar fragmentado e inventivo da narradora Rio Edição 309, Janeiro de 2026
Literatura boa será literatura do arco-da-velha Olyveira Daemon São Paulo – SP Leitor que se preza gosta de tropeços, de soluços estilísticos, de erros que viram acertos, distante da irritante assepsia semântica das IAs Edição 309, Janeiro de 2026, Olyveira Daemon