Ceticismo do inteligível (1) Eduardo Ferreira Bruxelas - Bélgica No Livro do desassossego, Pessoa expõe o “ceticismo do inteligível”: a linguagem falha, a comunicação ilude e a literatura surge como única verdade possível Abril de 2026, Edição 312, Eduardo Ferreira
Literatura brutal e sala de aula (2) Rinaldo de Fernandes João Pessoa - PB O conto “O sorriso de brinquedo”, de Carlos Gildemar Pontes, exemplifica a estética brutal da literatura da violência em narrativa urbana, fria e impactante Abril de 2026, Edição 312, Rinaldo de Fernandes
Quarteto das luzes José Castello Curitiba - PR Num quiosque vazio de Maricá, quatro desconhecidos compartilham buscas inexplicáveis — luz, mala, caminho — e revelam o estranho desejo humano por sentido Abril de 2026, Edição 312, José Castello
Sutilezas e brutalidades do racismo Rogério Pereira Curitiba – PR No romance "Meridiana", Eliana Alves Cruz revela como a violência do racismo atravessa gerações, linguagens e corpos Abril de 2026, Edição 312, Rogério Pereira
Os mistérios e processos da criação literária Fabiane Secches Madri - Espanha Entrevistas reunidas por Ricardo Viel investigam a escrita como sobrevivência, memória e dúvida nos meandros da criação literária Abril de 2026, Edição 312, Fabiane Secches
Mãos de palavras Prisca Agustoni Juiz de Fora - MG Poemas de Ana Estaregui exploram linguagem e natureza para propor uma experiência sensível que dissolve fronteiras entre humano e mundo Abril de 2026, Edição 312
O marginal como espetáculo Alcir Pécora Campinas - SP “Querô, uma reportagem maldita”, de Plínio Marcos, mostra como a marginalidade vira espetáculo e expõe o conflito entre compaixão e sensacionalismo Abril de 2026, Alcir Pécora, Edição 312
Delícias do artesanato futurista Olyveira Daemon São Paulo – SP A ficção científica entre tradição e invenção: de Lessing a mangás, a defesa do artesanato narrativo e do poder duradouro da imaginação Abril de 2026, Edição 312, Olyveira Daemon
O ventre da Revolução Raimundo Carrero Recife - PE “A mãe”, de Górki, é acentuadamente político e revolucionário, pelo conteúdo e pela linguagem crua, direta e contundente Abril de 2026, Edição 312, Raimundo Carrero
Joias no rio azul Sabina Anzuategui São Paulo – SP "Apolinária", de Bianca Santana, acompanha três gerações de mulheres negras e a construção da memória familiar entre migração, classe e silêncio Abril de 2026, Edição 312