Apoie o Rascunho

Pretendemos investir em um novo site, melhorar nossas plataformas digitais e, o mais importante, ampliar o número de páginas da versão impressa
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on telegram
25/08/2017

Acabamos de lançar uma campanha de financiamento coletivo no Catarse.

A ideia é angariar recursos para uma série de mudanças: vamos reestruturar a área comercial, investir em um novo site, melhorar nossas plataformas digitais e, o mais importante, ampliar o número de páginas.

Esses avanços são essenciais para que o Rascunho continue sendo relevante para a cultura brasileira.

Como colaborar
Basta acessar este link no Catarse: Campanha do Rascunho

Criamos diversas recompensas, com valores a partir de R$ 20,00.

Escolha a recompensa que mais te agrada e participe.

Ajude a divulgar
Facebook: na fan page do Rascunho, veiculamos o vídeo oficial da campanha com os escritores João Carrascoza e Milton Hatoum. Seria ótimo se você pudesse curtir e, principalmente, compartilhar.

Whatsapp: o mesmo vídeo está no nosso canal do YouTube. Divulgar nos seus grupos de WhatsApp ajuda a viralizar a campanha. Link do vídeo.

Twitter: a campanha também está no nosso Twitter. Retwitees também contam!

Instagram: o apelo visual é imprescindível! Espalhe a campanha pelo Insta.

Tenho certeza de que com o seu apoio a campanha será um sucesso.

Muito obrigado e um abraço,

Rogério Pereira
Editor

Publicidade

Leia também

José Leonardo Sousa Buzelli

Campinas - SP

Pelo ineditismo e por suas muitas qualidades, “Fragmentos de Aristófanes”, de Karen Amaral Sacconi, deveria ser adotado em escolas e universidades
Luiz Ruffato

São Paulo - SP

Um episódio verídico ocorrido nos tempos em que os bichos falavam e liam jornais e os jornais influenciavam a opinião pública
Rascunho

Curitiba - PR

Artigos foram publicados no diário da “Liga dos Comunistas, Nova Gazeta Renana”, no período da Revolução Alemã e da contrarrevolução na Europa
Carolina Vigna

São Paulo - SP

Aldous Huxley viveu e morreu como quis e, para mim, essa é a mais importante medida de uma vida plena. É meu objetivo, meu norte