inquérito

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Luisa Geisler: "A leitura por si só é imprescindível. Uma leitura descartável são as tretas no Twitter"
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Javier A. Contreras: "A dúvida sobre se o meu trabalho está suficientemente bom sempre será uma sombra"
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Nara Vidal: "Para mim é o verbo que está muito acima do substantivo. Sempre que escrevo é algo que vem de uma vontade de dizer"
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Amilcar Bettega: "De alguma maneira, a literatura me salvou. E continua me salvando"
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Prisca Agustoni: "A possibilidade de me livrar de qualquer amarra, para experimentar aquela forma de liberdade ou estado de suspensão que é única."
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Paulo Lins: "Todos são imprescindíveis e nenhum é descartável. Juro que falo a verdade."
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Eva Furnari: "Privacidade e silêncio que permitam a concentração e a introspecção necessárias."
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Betty Milan: "Isso não me acontece. Inspiração eu tenho sempre e dificuldade de resolver um problema literário, também. Fiz 25 versões de Baal."
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Edyr Augusto: "Uma vez, uma moça perguntou-me como conseguia dormir após escrever cenas tão fortes"
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Stella Maris Rezende: "Nunca planejo meus textos, faço questão de ser leitora o tempo todo, quero me surpreender, levar sustos"
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Eliana Cardoso: "Entre escritores, como em qualquer lugar, sempre há solidariedade e competição, amor e ódio, admiração e inveja"
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Cristovão Tezza: "Até 'O filho eterno', escrevi todos os meus livros à mão, em folhas amarelas. Depois, passei a usar o computador"