Hora de pecado e ironia Roberta Ávila Cotia - SP Resenha do livro "Hora de alimentar serpentes", de Marina Colasanti Agosto de 2014, Edição 172
O inferno de Otto Vilma Arêas São Paulo - SP Histórias de “Boca do inferno” apresentam traços poéticos e a crueza de imagens desalentadas Agosto de 2014, Edição 172
O guerreiro silencioso Martim Vasques da Cunha São Paulo - SP Dilemas acerca do tempo permeiam a obra de Osman Lins Agosto de 2014, Edição 172
Campo violento Rodrigo Casarin São Paulo - SP Resenha do livro "Gado novo", de Guille Thomazi Agosto de 2014, Edição 172
Um romance, se assim o leitor quiser Carlos Augusto Silva São Paulo - SP Personagens desiludidos com a vida e expatriados unificam “Flores artificiais”, de Luiz Ruffato Agosto de 2014, Edição 172
Lirismo e narrativa Clayton de Souza São Paulo - SP Resenha do livro "Margem de erro", de Rosane Nicolau Agosto de 2014, Edição 172
Bizantinismo Rodrigo Gurgel São Paulo - SP “A hora veloz”, de Adelino Magalhães, concentra erros e acertos de uma linguagem fracionária Agosto de 2014, Edição 172
Infância amoral Carolina Vigna São Paulo - SP “Primavera”, de Oskar Luts, trata de crianças, mas não há final feliz nem moralismo Agosto de 2014, Edição 172
Novela das nove Guilherme Pavarin São Paulo - SP Em “Madrugada suja”, Miguel Sousa Tavares esbarra em clichês típicos da dramaturgia televisiva Agosto de 2014, Edição 172
O sentido como cicatriz Flavio Ricardo Vassoler São Paulo - SP A narrativa está para a vida, assim como o aforismo está para a lápide Agosto de 2014, Edição 172