Merecido descanso Rogério Pereira Curitiba – PR "Não acho que uma época que tem J. M. Coetzee, Javier Marías, Philip Roth e Lobo Antunes permita que se diga que o romance está morto." Edição 133, Maio de 2011
Carta a Zélia ou Eu também sinto muito Rogério Pereira Curitiba – PR É possível medir a distância entre o chão e a sola dos pés do suicida? Edição 133, Maio de 2011, Rogério Pereira
O sentido do silêncio Rogério Pereira Curitiba – PR O rangido estridente da porta escancara a silhueta delicada, quase quebradiça, afundada no sofá iluminado pela réstia de luz Abril de 2011, Edição 132, Rogério Pereira
O bordel de Gutenberg Rogério Pereira Curitiba – PR Um livro nas mãos de um leitor desconhecido pode se transformar em maldição Edição 131, Março de 2011, Rogério Pereira
Corte radical Rogério Pereira Curitiba – PR Entrevista com Marina Colasanti, autora de "Minha guerra alheia" Edição 130, Fevereiro de 2011
O silêncio do pai Rogério Pereira Curitiba – PR O encontro com Paul Baranya em Budapeste, o imundo restaurante japonês em Madri e o livro de Autran Dourado Edição 130, Fevereiro de 2011, Rogério Pereira
Os espantos de Gullar Rogério Pereira Curitiba – PR Entrevista com Ferreira Gullar: “Buscar a transcendência é necessidade de todos nós, o que não implica a crença em Deus” Edição 129, Janeiro de 2011
A mulher e a rosa Rogério Pereira Curitiba – PR O encontro de uma delicada flor vermelha e um inquietante livro de poesia num fim de domingo Edição 129, Janeiro de 2011, Rogério Pereira
Dois passos Rogério Pereira Curitiba – PR O trem descarrila, a carga espalha-se pela ribanceira, enquanto um menino anda de bicicleta Dezembro de 2010, Edição 128, Rogério Pereira