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Enquanto o tempo sou eu

Por ANDRÉ ARGOLO

Entrevista com o crítico James Wood, autor de “A coisa mais próxima da vida”

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Der Tod ist ein Meister aus Deutschland, de Lino Machado

Por WILBERTH SALGUEIRO

No poema de Machado, a morte vem da Alemanha, sai do poema de Celan e ganha o mundo

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A morte de Neruda

Por Jonatan Silva | Coluna

Notas sobre literatura e mercado editorial

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Tradução mal traduzida

Por EDUARDO FERREIRA

O texto torto que desorienta mesmo quem nunca sequer sonhou com o original

Ilustração: Dê Almeida

João Gilberto e a nau dos insensatos

Por FERNANDO MONTEIRO

João Gilberto “sempre esteve à frente do Brasil”

Ilustração: Kleverson Mariano

A arte sequestrada

Por Tércia Montenegro

O que ocorre em Fortaleza é só um sintoma do que devasta o país inteiro

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A montagem do romance

Por RAIMUNDO CARRERO

A montagem de uma história exige muitos cálculos e habilidades narrativas

Ilustração: Igor Oliver

Fulguração da desordem

Por JOSÉ CASTELLO

Antonio Carlos Secchin aceita o desafio e sai em busca dessa urgência do presente

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As passagens benjaminianas: leituras (6)

Por RINALDO DE FERNANDES

Compreender a cidade é colocar-se diante de um caleidoscópio

James Wood, autor de A coisa mais próxima da vida

O que pulsa em detalhes é o todo

Por ANDRÉ ARGOLO

A mescla de memória, atenção aos detalhes e erudição faz de ensaios de James Wood leitura imprescindível

Marina Colasanti, autora de Sangue fino

A escafandrista da forma

Por RASCUNHO

26 perguntas a Marina Colasanti

EDINBURGH, SCOTLAND - AUGUST 25:  English writer Julian Barnes attends a photocall at Edinburgh International Book Festival on August 25, 2015 in Edinburgh, Scotland.  (Photo by Roberto Ricciuti/Getty Images)

Sob a mira da escopeta

Por Jonatan Silva

“O ruído do tempo”, de Julian Barnes, narra a saga do compositor soviético Dmitri Shostakovich amado e odiado pelo Estado