Há anos, o marido de Kei desapareceu sem explicações, deixando apenas um diário com a palavra Manazuru. Vivendo em Tóquio com a mãe e a filha, ela mantém um relacionamento com um homem casado e viaja repetidamente à cidade litorânea do título. Nessas visitas, sente-se acompanhada por uma presença feminina cada vez mais nítida. Manazuru aproxima cotidiano e sobrenatural numa narrativa sobre ausência, memória, desejo e os vínculos que persistem depois de uma perda.