A ascensão da inteligência artificial dá urgência a uma antiga pergunta de Sérgio Rodrigues: o que torna a escrita literária propriamente humana? Em Escrever é humano, o autor discute voz, ritmo, pontuação, trama e precisão vocabular, além dos efeitos da escrita sobre a vida de quem escreve. Entre referências a Tchékhov, Clarice Lispector, Borges e Chimamanda Ngozi Adichie, o livro combina reflexão, humor e conselhos para escritores sem assumir a forma convencional de um manual.