Por que não enterramos o cão?

Os textos, por meio de um trabalho de linguagem atencioso, passeiam pelas facetas sombrias do ser humano
Por que não enterramos o cão?
Theo G. Alves
Patuá
168 págs.
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on telegram

Em seu segundo livro de contos, o autor potiguar reúne narrativas que vinha escrevendo e reescrevendo há quase duas décadas. Os textos, por meio de um trabalho de linguagem atencioso, passeiam pelas facetas sombrias do ser humano. Na história que dá nome à obra, vencedora do Prêmio Nacional Ignácio de Loyola Brandão de Literatura, o enterro do cão pode significar algo ainda pior do que conviver com seus restos, afinal, como o narrador sugere em Aniversário, “tropeço, manquejo, coxeio e caminho de novo. Vivo? Vivo”.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

Publicidade

Leia também

Luiz Rebinski

Curitiba - PR

Alegoria sobre a condição judaica, romance é o ponto alto da obra de Moacyr Scliar, que se notabilizou pela linguagem clara e grande imaginação
Rascunho

Curitiba - PR

“Memórias do Brasil”, que vai ao ar nesta sexta-feira (30), traz depoimentos de escritores e amigos do autor amazonense
Rascunho

Curitiba - PR

Autor dos quadrinhos “The Sandman” participa do painel Thunder Arena, falando sobre sua carreira e as adaptações de suas obras para outros formatos
Rascunho

Curitiba - PR

“Ponha-se no seu lugar!”, da escritora e pesquisadora Ana Pacheco, é uma releitura do conto clássico O nariz, de Nikolai Gógol, escrito em 1836