Por que não enterramos o cão?

Os textos, por meio de um trabalho de linguagem atencioso, passeiam pelas facetas sombrias do ser humano
Por que não enterramos o cão?
Theo G. Alves
Patuá
168 págs.
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19/09/2020

Em seu segundo livro de contos, o autor potiguar reúne narrativas que vinha escrevendo e reescrevendo há quase duas décadas. Os textos, por meio de um trabalho de linguagem atencioso, passeiam pelas facetas sombrias do ser humano. Na história que dá nome à obra, vencedora do Prêmio Nacional Ignácio de Loyola Brandão de Literatura, o enterro do cão pode significar algo ainda pior do que conviver com seus restos, afinal, como o narrador sugere em Aniversário, “tropeço, manquejo, coxeio e caminho de novo. Vivo? Vivo”.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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