Presos na mesma cela em Buenos Aires, Molina, vitrinista gay apaixonado por melodramas, e Valentín, militante de esquerda, parecem não ter nada em comum. Aos poucos, as histórias de filmes narradas por Molina abrem espaço para conversas e uma intimidade inesperada. Publicado em 1976, O beijo da mulher-aranha reúne desejo, fantasia, repressão e política em meio à ditadura argentina. A nova edição brasileira traz tradução de Sérgio Molina.