Madame Xanadu

No prólogo, um aviso: “É apenas uma história aterradora sobre muitos fins e poucos começos”. Quem guia esse romance ilustrado publicado originalmente em 2005 e reescrito para esta edição
Madame Xanadu
Aureliano
Companhia Editora Nacional
208 págs.
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01/08/2021

No prólogo, um aviso: “É apenas uma história aterradora sobre muitos fins e poucos começos”. Quem guia esse romance ilustrado — publicado originalmente em 2005 e reescrito para esta edição — é o jornalista João, fascinado por uma drag queen de Natal, no Rio Grande do Norte, chamada Madame Xanadu. Na investigação, o rapaz conversa com várias pessoas que conheceram a figura ilustre, em uma narrativa — não linear, fragmentada — que flerta bastante com a melancolia e tem foco nas várias transformações e perdas que uma pessoa pode passar ao longo da vida. Mas não é preciso se preocupar com o peso da dor da personagem, afinal, “uma história triste é sempre bonita quando acontece com outras pessoas”. De acordo com a ilustradora Luiza de Souza, a Ilustralu, “Aureliano inventou essas pessoas meio confusas, meio tristes, meio boas demais, meio tronchas, meio etéreas e que só existem de um jeito bonito nesse universo para serem tão de verdade quanto eu ou você”.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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