Em Kintsugi, María José Navia constrói um delicado mosaico sobre os vínculos e rupturas de uma família. Como na técnica japonesa que dá nome ao livro, os personagens buscam colar os cacos de suas histórias, entre silêncios, perdas e tentativas de reconstrução. Com prosa ágil e imagens surpreendentes, a autora chilena revela que a fragilidade pode ser também força, e que das fissuras surgem novas formas de afeto e sobrevivência.