Cara Marfiza,

Um turbilhão de memórias dá corpo à obra e tudo que diz respeito ao desenvolvimento humano é explorado
Cara Marfiza,
Paulo Salvetti
Reformatório
264 págs.
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Os três filhos estão criados e o marido morreu. Com a casa somente para si mesma, a narradora deste romance se ocupa com atividades físicas, tarefas domésticas e um novo hobby, a pintura — já que “velhos fazem coisas para enganar a morte”. Quando o telefone toca, porém, sua rotina é abalada. Do outro lado da linha é Marfiza, irmã com quem não fala há uma década. A partir desse contato, um turbilhão de memórias dá corpo à obra e tudo que diz respeito ao desenvolvimento humano é explorado — traumas, afetos e mistérios.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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