Na noite de insônia de Brucutu 1º, rei do fictício Bananão, desfilam lembranças e delírios que misturam paranoia, escatologia e humor corrosivo. Entre promessas a santos, viagens a Davos e perseguições imaginárias, o monstro expõe contradições de poder e grotesco. Ernani Ssó constrói uma narrativa que combina horror e comédia, dialogando com a tradição de bufões literários e com o noticiário tóxico dos tristes trópicos.