A mulher que ri

Nos contos d’A mulher que ri, Thays Pretti traz vozes femininas que, além do riso, também choram, cuidam, mentem, sentem, alegram-se
A mulher que ri
Thays Pretti
Patuá
98 págs.
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on telegram
02/01/2020

Nos contos d’A mulher que ri, Thays Pretti traz vozes femininas que, além do riso, também choram, cuidam, mentem, sentem, alegram-se, sentem ciúmes, são vaidosas, desconfiam. São seres humanos, basicamente, com todo o redemoinho de sensações que nos é próprio. Ao humanizar essas figuras, removendo-as do escopo da idealização, a autora recai em “uma urgência que não pode ser adiada”, conforme a poeta Mayara Blasi registra na quarta capa da obra.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

Publicidade