Romance cult da literatura chinesa contemporânea, A idade de ouro mistura autoficção, sátira política e realismo grotesco. Ambientado durante a Revolução Cultural, acompanha um narrador pouco confiável que revisita memórias e ironiza as contradições históricas. Com humor provocador e narrativa cíclica, Wang Xiaobo constrói uma obra de resistência, que questiona poder, liberdade e desejo em tempos de repressão.