A cidade inexistente

Um velho e seu cachorro não dão o braço a torcer: a cidade em que moram será inundada por uma hidrelétrica, mas eles resolvem ficar
A cidade inexistente
José Rezende Jr.
7Letras
84 págs.
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O jornalista e escritor mineiro escolheu seu aniversário de 60 anos para estrear no romance. Em sua primeira narrativa de fôlego, um velho e seu cachorro não dão o braço a torcer: a cidade em que moram será inundada por uma hidrelétrica, mas eles resolvem ficar. A partir dessa decisão, e com a iminência da inundação, realidade e fantasia se alternam para dar o tom dessa história — de dicção marcadamente oral — sobre um homem que não quer ceder às investidas governamentais, mesmo quando os demais moradores pegam seus pertences e partem, com a promessa de que outra cidade será construída pelo governo. Após iniciar sua jornada ficcional com os contos de A mulher-gorila e outros demônios (2005), que já apresentava a levada concisa e de cortes rápidos, o autor seguiu praticando o gênero breve. Com seu segundo livro, Eu perguntei pro velho se ele queria morrer (e outras estórias de amor), de 2009, venceu o Prêmio Jabuti e ficou em segundo lugar no Biblioteca Nacional.

Rascunho

Rascunho foi fundado em 8 de abril de 2000. Nacionalmente reconhecido pela qualidade de seu conteúdo, é distribuído em edições mensais para todo o Brasil e exterior. Publica ensaios, resenhas, entrevistas, textos de ficção (contos, poemas, crônicas e trechos de romances), ilustrações e HQs.

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