Esfinge vanguardista Lúcia Bettencourt Rio de Janeiro - RJ Cecilia Giannetti está disposta a todas as batalhas, tanto no terreno formal quanto na crítica social Edição 93, Janeiro de 2008
Visível anemia Paulo Krauss Curitiba - PR “Longe de Ramiro”, de Chico Mattoso, começa muito bem, mas aos poucos vai perdendo o interesse e a força narrativa Edição 93, Janeiro de 2008
Breve urbanidade Suênio Campos de Lucena São Paulo - SP Andréa del Fuego exercita uma ficção curta, marcada por enredos notadamente urbanos Edição 93, Janeiro de 2008
Vírgula ou labirinto de janelas Rogério Pereira Curitiba – PR Morto em 1º de dezembro, Manoel Carlos Karam era uma das vozes mais originais da literatura brasileira Edição 93, Janeiro de 2008
Aparente simplicidade Fabio Silvestre Cardoso São Paulo - SP Em “Olho de gato”, Margaret Atwood tem como tema o universo feminino a partir da perspectiva de uma pequena garota Edição 93, Janeiro de 2008
Na batalha, apesar de tudo Jonas Lopes São Paulo - SP Em “Tarás Bulba” não se encontra o Gógol genial e cínico de contos posteriores; o personagem é artificial, forçado, caricato Edição 93, Janeiro de 2008
Em permanente agonia Rafael Rodrigues Feira de Santana - BA Resenha do livro "Homem comum", de Philip Roth Edição 93, Janeiro de 2008
O inferno é a solidão Luiz Horácio Viamão - RS “A guerra dos bastardos”, de Ana Paula Maia, é uma novela social, trata do popular, do homem comum e suas aspirações Edição 93, Janeiro de 2008
Curvas e retas Adriano Koehler Curitiba - PR Em “Esta história”, Alessandro Baricco transpõe para o traçado de um circuito a trajetória de uma vida Edição 93, Janeiro de 2008
Criança perdida ou bastardo Luiz Horácio Viamão - RS Em “Romance das origens, origens do romance”, Marthe Robert discute a força que move os homens a contar histórias Edição 93, Janeiro de 2008