JOSÉ CASTELLO

Piglia aprisionado

Por JOSÉ CASTELLO

Tento escrever meu terceiro romance. A experiência é aflitiva: imitando a improvável domesticação dos animais selvagens, lido com um material […]

Jornalismo e literatura

Por JOSÉ CASTELLO

Jornalismo: objetividade, fatos, realidade. Literatura: subjetividade, sonhos, imaginação. Este é o esquema que se costuma usar para distinguir e separar […]

Privação do sublime

Por JOSÉ CASTELLO

No mundo sobrecarregado de realidade em que vivemos, regido pelo tempo real e pelos choques da ação instantânea, nunca tivemos […]

Noll em viagem

Por JOSÉ CASTELLO

Muito esquecido, o romance Lorde, de 2004, prêmio Jabuti de 2005, é um dos mais importantes da obra de João […]

Calvino e a rapidez

Por JOSÉ CASTELLO

Ando desconcentrado, e me repreendo a toda hora por essa falta de concentração, que se assemelha à preguiça. Minha escrita […]

Pamuk no espelho

Por JOSÉ CASTELLO

Sempre que preciso me alimentar de ideias, percorro as páginas — que anotei com voracidade — de livros como O […]

Cabral entre a liberdade e o rigor

Por JOSÉ CASTELLO

Em entrevista a Mário Cesar Carvalho, datada do ano de 1988, o poeta João Cabral de Melo Neto me ajuda […]

A hora de Rubem Braga

Por JOSÉ CASTELLO

Encerra-se o ano do centenário de Rubem Braga (1913-1990), o grande mestre da crônica moderna brasileira. Os amigos sempre perguntaram […]

A paixão segundo H. H.

Por JOSÉ CASTELLO

Volto a navegar, encantado, em Fico besta quando me entendem, belo livro que reúne as entrevistas dadas por Hilda Hilst, […]

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A paciência de Rilke

Por JOSÉ CASTELLO

O escritor deve ter paciência consigo mesmo, inclusive com seus defeitos

Um assombro remoto

Por JOSÉ CASTELLO

Na mitologia poética de Fernando Pessoa, o que caracteriza o discípulo — me lembra George Steiner em um memorável ensaio, […]

clarice

A escrita do medo

Por JOSÉ CASTELLO

“O medo talvez seja o motor da escrita. Está, de qualquer modo, em seu coração.”