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outubro 2014 / Rabisco / PRATELEIRINHA_174

Texto publicado na edição #174

PRATELEIRINHA_174

Abecedário de bichos brasileiros Geraldo Valério Ilustrações: Geraldo Valério Martins Fontes 53 págs. Para cada letra do nosso alfabeto, um […]

> Por RASCUNHO

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Abecedário de bichos brasileiros
Geraldo Valério
Ilustrações: Geraldo Valério
Martins Fontes
53 págs.

Para cada letra do nosso alfabeto, um animal, informações sobre e uma ilustração. No A, descobrimos que a anta é o maior mamífero brasileiro; o B é de boto, que gosta de comer peixes e até pequenas tartarugas; C de cervo, que corre risco de extinção; D de dourado, peixe que vive principalmente no pantanal; E de esperança, inseto que aparece durante o verão para trazer boa sorte; F de formiga, que consegue levar um peso 20 vezes maior que o próprio; e assim segue.

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Futebolíada
José Santos
Ilustrações: Eloar Guazzelli
DSOP
60 págs.

Numa versão bem-humorada, o livro conta como teria sido a guerra entre gregos e troianos relatada no clássico Ilíada, de Homero. Zeus, cansado da guerra sem fim, troca a lança e a espada por uma bola e meião; escala Odisseu, Aquiles, Ares, Páris, Apolo e Hera para uma partida épica de futebol, na qual os bravos guerreiros usam força e astúcia para mudar o rumo das coisas. Atacando pela Grécia, Aquiles; na defesa de Tróia, Heitor. Quem irá vencer?

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Avantesmas – 13 histórias clássicas de fantasmas
Claudio Blanc
Ilustrações: Kako
Autêntica
203 págs.

Treze histórias clássicas de fantasmas recontadas. Dentre outras, A aparição, adaptação do original de Guy de Maupassant sobre um homem atormentado há mais de meio século; Na catacumba, clássico de H. P. Lovecraft no qual os personagens são enterrados vivos; O funil de couro, originalmente uma investigação de Sherlock Holmes; e Espíritos, de Ivan Turgueniev, que discute se o amor pode unir uma pessoa morta a uma viva.

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Meu amigo Ovídio
Índigo
Ilustrações: Bruno Nunes
Edições SM
31 págs.

Apesar de meio avoado, como é costume de criança, Ovídio nunca pensou que realmente fosse perder a cabeça. Quando ainda menino, porém, aconteceu: sentiu os ombros mais leves, chegou a pensar que tinha morrido. Afora o choque inicial, a mãe e os amigos conseguiram se adaptar ao menino sem cabeça. O livro dialoga com a obra do francês Georges Bataille, na qual perder a cabeça representa uma via de escape contra as certezas ilusórias de quem tem a “cabeça no lugar”.

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