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agosto 2014 / Rabisco / PRATELEIRINHA_172

Texto publicado na edição #172

PRATELEIRINHA_172

Neguinho brasileiro Luis Pimentel Ilustrações: Victor Tavares Pallas Mini 32 págs. Neguinho mora no bairro Abolição, Zona Norte do Rio […]

> Por RASCUNHO

PRATELEIRINHA_Neguinho_brasileiro_172

Neguinho brasileiro
Luis Pimentel
Ilustrações: Victor Tavares
Pallas Mini
32 págs.

Neguinho mora no bairro Abolição, Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ). Depois do futebol, bater perna é seu esporte favorito. Conhece o Rio da Barra a Bangu, de São Cristóvão a Santa Cruz, os morros, as encostas, as planícies e as colinas. Quando sua cidade natal já não é o bastante, comunica ao pai o desejo de conhecer todo o Brasil e é atendido. Munido de uma máquina fotográfica e um diário, parte para diversas viagens a fim de se tornar o Neguinho brasileiro.

PRATELEIRINHA_Dia_que_troquei_meu_pai_dois_peixinhos_dourados_172

O dia em que troquei meu pai por dois peixinhos dourados
Neil Gaiman
Trad.: Viviane Diniz
Ilustrações: Dave McKean
Rocco
64 págs.

O garoto e sua irmãzinha brincavam no jardim quando chega Nathan exibindo sua mais nova aquisição, dois incríveis peixinhos dourados. Extasiado, o protagonista sugere uma troca. Oferece um boneco transformer, figurinhas de beisebol e todos os outros brinquedos que possui, mas não é o bastante. A partir daí, a inusitada permuta que dá título ao livro é apenas o começo de uma série de trocas que leva a um desfecho surpreendente.

PRATELEIRINHA_Sonho_secreto_Alice_172

O sonho secreto de Alice
Simone Paulino
Ilustrações: Luyse Costa
DSOP
36 págs.

Alice nasceu em 1936. Quando criança, tinha tranças longas, era muito boazinha, ajudava os pais a cuidar dos irmãos mais novos e trabalhava na roça. Para se divertir, subia em árvores da fazenda para pegar frutas no pé e ficar admirando o milharal. Por ter que ajudar os pais desde muito cedo, não pôde ir à escola e acabou crescendo sem saber escrever o próprio nome, mas nem por isso deixou de sonhar. Agora, já como vovó, quais serão seus sonhos?

PRATELEIRINHA_Pequena_coisa_gigantesca_172

Pequena coisa gigantesca
Beatrice Alemagna
Trad.: Monica Stahel
Martins Fontes
40 págs.

Ela é invisível, mas gigantesca. Pode ser encontrada nos cheiros, nos olhares, em abraços. Uns a perseguem por toda a vida. Às vezes, tentam comprá-la com dinheiro. Pode causar medo e até lágrimas. Disforme, pode se encontrar mesmo numa folha de árvore que cai, demonstrando sua sutileza. Muitas crianças, ao crescerem, descobrem que ela não está mais na caixa de brinquedos ou no pacote de balas. O que será essa Pequena coisa gigantesca?

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