Rabisco

julho 2014 / Rabisco / PRATELEIRINHA_171

Texto publicado na edição #171

PRATELEIRINHA_171

Branca dos mortos e os sete zumbis Fábio Yabu Globo 198 págs. Neste pequeno tomo macabro está em jogo a […]

> Por RASCUNHO

PRATELEIRINHA_Branca_mortos_sete_zumbis_171
Branca dos mortos e os sete zumbis
Fábio Yabu
Globo
198 págs.

Neste pequeno tomo macabro está em jogo a inocência. Não são histórias de ninar. O autor explora toda a seriedade por trás da aparente ingenuidade dos clássicos contos de fada. O sapatinho da Cinderela passa a ser infernal, a Rapunzel ganha traços de Samara e a branca dos mortos precisa enfrentar criaturas muito piores que a bruxa. Para além do juvenil, uma ode a Alan Poe, Lovecraft e demais mestres da narrativa fantástica.

PRATELEIRINHA_Se_eu_fosse_171
Se eu fosse…
Marcelo Cipis
Caramelo
32 págs.

Quantas coisas diferentes uma pessoa pode ser? A partir de ilustrações surreais que marcam suas obras — feitas pelo próprio Cipis —, temos a construção de um mosaico de situações que faz pensar. Dentro do possível e impossível, o autor propõe diversas identidades e situações inusitadas que vão divertir leitores de todas as idades, ao mesmo tempo em que os levarão a se questionar sobre quem eles realmente são.

PRATELEIRINHA_Por_que_mar_salgado_171
Por que o mar é salgado — Contos populares da Noruega
Asbjornsen & Moe
Ilustrações: Cárcamo
Trad.: Kristin Lie Garrubo
Berlendis & Vertecchia
67 págs.

Trata-se de uma seleção de dez contos publicados originalmente na Noruega, entre as décadas de 1840 e 1870. Entre trolls, o filho mais novo todo desajeitado e animais que viram verdadeiros heróis, temos o humor popular muito característico do folclore escandinavo, que valoriza o comportamento virtuoso e honesto frente a todos na sociedade, principalmente aos menos favorecidos. Reis e padres podem até ser tratados com irreverência, mas jamais com desrespeito.

PRATELEIRINHA_Papai_tatuado_171
Papai tatuado
Daniel Nesquens
Ilustrações: Sergio Mora
Trad.: Monica Stahel
Martins Fontes
48 págs.

O pai parte e volta sem avisar, como um ser quase encantado, trazendo para o filho histórias fantásticas de sua vida tatuadas no corpo — dos pés à cabeça. Pode até ficar fora por dois meses, mas seu retorno é certo: de uma hora pra outra, estará ajeitando o quintal ou fazendo o jantar. Realidade e fantasia confundem-se neste livro divertido e emocionante, que vem firmar a importância da figura paterna em todas as infâncias.

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