Rabisco

fevereiro 2014 / Rabisco / Prateleirinha_166

Texto publicado na edição #166

Prateleirinha_166

As cores da escravidão Ieda de Oliveira Ilustração: Rogério Borges FTD 93 págs. Antônio — ou Tonho, como é chamado […]

> Por RASCUNHO

PRATELEIRINHA_Cores_da_escravidão_166
As cores da escravidão
Ieda de Oliveira
Ilustração: Rogério Borges
FTD
93 págs.

Antônio — ou Tonho, como é chamado pelos amigos — cresceu aficionado pela história que sua avó contava sobre o Gato de Botas. Mais velho, conheceu um tal Gato Barbosa, que dizia estar na cidade “pra ajudar todo mundo a ficar rico”. Sonhador, Tonho logo aceita a proposta, sorridente, e convence seu amigo João a ir junto; em cima duma carreta, rumavam ao sonho. Mal sabiam que estavam prestes a desempenhar trabalhos escravos. Não só sobre a infância roubada e sonhos destruídos, o livro aborda a esperança e o amor.

PRATELEIRINHA_Escandaloso_teatro_virtudes_166
O escandaloso teatro das virtudes
Marco Túlio Costa
Ilustração: Andrea Ebert
Saraiva
78 págs.

Rui Barbosa, professor indignado, resolve reivindicar o que é seu e começa a escrever anedotas, inventa caricaturas de personagens e cria o Teatro das Virtudes. Carregada de ironia, humor e diálogos ágeis, a narrativa, mesclada com esquetes teatrais, visa atingir a falta de valores do mundo moderno, onde “cigarra é quem comanda formigueiro, rato paga queijo com cheque sem fundo e lobo é presidente em pele de cordeiro”.

gemeas_familia_CAPA.pdf
As gêmeas da família
Stella Maris Rezende
Ilustração: Weberson Santiago
Globo
158 págs.

Livro vencedor do Prêmio Jabuti 2012, na categoria ficção, trata-se do fechamento de uma trilogia juvenil. A história gira em torno de trigêmeas, supostamente amaldiçoadas, vivendo no interior de Minas Gerais, em 1960, compartilhando a frustração de não arranjar namorados e a paixão pela cantora italiana Rita Pavone. A trama fica por conta de uma viagem às escondidas que as meninas planejam para o Rio de Janeiro a fim de visitar a amada cantora. Autodescoberta e um Brasil recém-mergulhado na ditadura permeiam a narrativa.

PRATELEIRA_Foi_na_primavera_166
Foi na primavera
Angela Nanetti
Trad.: Maurício Santana Dias
Ilustração: Roberto Innocenti
Edições SM
141 págs.

Dante Alighieri passa de idealizador do Inferno a personagem de um romance. Apoiado em fontes clássicas como o livro Vida nova, do próprio Dante, a narrativa da escritora italiana não só reconstrói os encontros e desencontros entre o poeta e sua amada, Beatriz, como traça o caminho de sua infância até o exílio. O livro ainda conta com a reprodução de três poemas de Dante, um soneto, dois trechos do Purgatório da Divina comédia e ilustrações feitas pelo vencedor do Prêmio Hans Christian Andersen de melhor ilustrador em 2008.

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