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junho 2019 / Rastros no massapê

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Rastros no massapê

João Luiz Azevedo Quelônio 240 págs. Seguindo a máxima tchekhoviana sobre biografias, João Luiz Azevedo não se limita às boas […]

João Luiz Azevedo
Quelônio
240 págs.

Seguindo a máxima tchekhoviana sobre biografias, João Luiz Azevedo não se limita às boas memórias em Rastros no massapê. O médico alagoano, que também se dedica à escrita com regularidade, relembra sua infância bucólica em Coruripe e segue vida adentro. Com o passar dos anos, as inocentes mentiras de infância são substituídas por rusgas na faculdade, brigas de bar e a decisiva aproximação de Glícia, com quem está casado há décadas. Como todo relato autobiográfico, a linha entre ficção e realidade é tênue.

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