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janeiro 2020 / cidademanequim

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André Cúnico Volpato Moinhos 176 págs. Os vários “personagens-alfabeto” deste livro de estreia passeiam sem muita eira nem beira. Ou, […]

André Cúnico Volpato
Moinhos
176 págs.

Os vários “personagens-alfabeto” deste livro de estreia passeiam sem muita eira nem beira. Ou, como melhor explicaria o pichador P, fã de Albert Camus: “a existência humana no mundo é um absurdo de proporções míticas”. É nesse carnaval de ilusões que figuras despersonalizadas transitam, chamadas X, M, S, R, em uma experiência estética radical. Para Julie Fank, que assina o posfácio da obra, trata-se de um “antirromance, um romance-ruína, uma cidade-narrativa”.

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