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abril 2019 / A vulnerabilidade como procedimento

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A vulnerabilidade como procedimento

Ramon Ramos Patuá 149 págs. Inicialmente homem urbano, o narrador de A vulnerabilidade como procedimento se afasta do convívio social […]

Ramon Ramos
Patuá
149 págs.

Inicialmente homem urbano, o narrador de A vulnerabilidade como procedimento se afasta do convívio social para se dedicar à apicultura. Essa manobra talvez aponte um dos caminhos da novela, que preza pela introspecção e questões viscerais, sempre pelo prisma do humor negro. Não à toa, é com o adjetivo “visceral” que o poeta Paulo Henriques Britto define este livro que joga com a linguagem comum para criar sentenças inusitadas, misturando o sublime e o escatológico.

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