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Javier Arancibia Contreras, autor de Soy loco por ti, América

Realidade escarrada

Por Jonatan Silva

Javier Arancibia Contreras faz de “Soy loco por ti”, América um manual de sobrevivência ao autoritarismo

Ilustração: Dê Almeida

Por que criar?

Por CEZAR TRIDAPALLI

O desejo de tentar dar mais potência à vida nos leva a criar coisas, materiais e imateriais

Ilustração: Fernando Pessoa por Osvalter

A multiplicidade de Pessoa

Por GABRIELA SILVA

Coletânea apresenta uma variedade de temas, posicionamentos, atividades e pensamentos de diversas épocas da vida do poeta

Serguei Dovlátov, autor de Parque Cultural

À sombra de ruínas

Por YURI AL'HANATI

Em “Parque Cultural”, Serguei Dovlátov trata dos próprios fracassos para contar a história dos últimos dias da União Soviética

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Ritos universais do pampa

Por MAURÍCIO MELO JÚNIOR

“O inverno e depois”, de Luiz Antonio de Assis Brasil, discute a condição humana frente aos obstáculos impostos pelo mundo

Antonio Risério, autor de Que você é esse?

As cores do camaleão

Por HARON GAMAL

“Que você é esse?”, de Antonio Risério, funciona como uma espécie de novela de formação do Brasil

Fernando Molica, autor de Uma selfie com Lenin

Jogo sujo

Por Carla Bessa

“Uma selfie com Lenin”, de Fernando Molica, analisa os chamados bastidores do poder e as inquietações políticas dos últimos anos

A psicanalista e romancista, Livia Garcia-Roza. Posa em seu apartamento no Flamengo. rio 29.07.2014. Foto: © BEL PEDROSA

Odisseia particular

Por RASCUNHO

26 perguntas a Livia Garcia-Roza

Joseph Conrad, autor de Coração das trevas

Coração das trevas

Por JOÃO CEZAR DE CASTRO ROCHA

Forma literária e (des)ocultação de sentidos

Ilustração: Carolina Vigna

Um pedaço de utopia possível

Por IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

Crônica sobre o evento literário Correntes d’Escritas em Póvoa de Varzim, em Portugal.

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A nuvem de borboletas

Por KÁTIA BANDEIRA DE MELLO-GERLACH

Entrevista com Samanta Schweblin, autora de “Distância de resgate”

Ilustração: Ramon Muniz

O coro dos possessos

Por MARTIM VASQUES DA CUNHA

Com “Paraíso perdido”, John Milton tinha a ambição de explicar todas as razões da nossa desgraça, desde o início dos tempos