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Como um fremir na superfície tensa do texto

Por EDUARDO FERREIRA

Esse áspero fremir, frêmito como do vento contra o texto, do texto contra o texto, a roçar, chispeando estrídulos. Rascando […]

Ilustração: Dê Almeida

Quando a noite chega

Por ROGÉRIO PEREIRA

Eu o vi cortar apressado a praça. No chafariz, os meninos de rua fingiam alguma felicidade. Era ele: o corpo […]

Anotações sobre romances (24)

Por RINALDO DE FERNANDES

Em Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, o relato que lemos é, substancialmente, o registro feito pela protagonista-narradora no caderno (com […]

Toda (boa) sedução exige apuro técnico

Por RAIMUNDO CARRERO

“Nos tempos confusos em que vivemos, as questões técnicas, pelo menos no Brasil, tendem a desaparecer.” A advertência, em tom […]

O argentino Pablo Katchadjian

Haverá arte e literatura numa sociedade respeitável?

Por NELSON DE OLIVEIRA

Kafka vive! A lei e a ordem estão ganhando terreno, limitando cada vez mais o movimento e o pensamento dos […]

O argentino Ricardo Piglia

Onde está a realidade?

Por JOSÉ CASTELLO

Alunos e leitores estão sempre a me perguntar a respeito das relações e dos limites entre a ficção e a […]

Ilustração: Carolina Vigna

Dom Casmurro: a obra-prima da reciclagem (final)

Por JOÃO CEZAR DE CASTRO ROCHA

Machado/Shakespeare inventa uma forma literária que envolve o leitor no dilema do ciumento: ele não sabe, não pode saber.

Literatura pós-colonial: mistura doce-azeda? (final)

Por FERNANDO MONTEIRO

O jovem Ben abandonou a escola aos 14 anos e, três anos depois, concluiu o seu primeiro romance, recusado por […]

Como Rouanet substituiu Ipojuca

Por AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA

30.03.1991 Ijojuca caiu há quase um mês. Era secretáro de Cultura da Presidência. Num dia me telefona Oto Maia, lá […]

Adrienne Rich

Adrienne Rich

Por RASCUNHO

Poemas de Adrienne Rich, traduzidos por André Caramuru Aubert

Kjartan Poskitt

O gênio da maçã

Por CAROLINA VIGNA

Livro infantojuvenil apresenta a animada e genial vida de Isaac Newton

Tzvetan Todorov

Tentemos não fugir de nós mesmos

Por ANDRÉ ARGOLO

Tzvetan Todorov convida a enxergar a sociedade não como um desastre, mas como uma inescapável condição humana