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Vargas Llosa e Euclides da Cunha: confluências (3)

Por RINALDO DE FERNANDES

E Mario Vargas Llosa, em A guerra do fim do mundo, conseguiu traçar um retrato fiel da realidade da Guerra […]

Eu_recomendo_ANTONIO_RISÉRIO_A cidade no Brasil_1541

A cidade no Brasil

Por RASCUNHO

José Geraldo Couto indica a leitura de “A cidade no Brasil”, do antropólogo e poeta Antonio Risério

Oficinas de deformação

Por JOSÉ CASTELLO

Recebo, em minhas oficinas literárias, muitos alunos que me pedem regras, exercícios, correções, truques que os ajudem na arte de escrever. […]

Jimmy Liao. Foto: Divulgação

A solidão das grandes cidades

Por ADRIANO KOEHLER

Jimmy Liao dispensa o final feliz ao abordar um universo infanto-juvenil realista, porém sensível

Tradução como prolongamento do original

Por EDUARDO FERREIRA

O que mais me consola é especular que, sobre a tradução, tudo ainda está por ser dito. Rasgue-se tudo. Nada […]

Ilustração: Bruno Schier

Fero cupido

Por ADRIANA ARMONY

Conto inédito de Adriana Armony

Ilustração: Theo Szczepanski

O crânio de Castelao

Por RASCUNHO

Capítulo 1 Por Carlos Quiroga Na tarde do 13 de maio Santiago de Compostela estava já primaveril. Para o lado […]

IVAN_GONTCHÁROV_Oblómov_154

Ser ou fazer: eis a questão

Por PAULA CAJATY

Um livro se torna um clássico quando atinge, de modo único, algo de imutável que reside na alma humana. Oblómov […]

José Luiz Passos. Foto: Marcelo Tabach

Lucidez profissional

Por RODRIGO CASARIN

Resenha de “O sonâmbulo amador”, de José Luiz Passos

Alexandre Eulalio e tela O último baile, de Aurelio de Figueiredo, Museu Histórico Nacional, RJ, 1984.

Crítica fantasmática

Por LUIZ GUILHERME BARBOSA

Resenha de “Tempo reencontrado”, de Alexandre Eulalio

Anne Enright. Foto: Divulgação

Estoicismo e amenidade

Por RAFAEL DYXKLAY

“A valsa esquecida” preserva qualidades da prosa de Anne Enright, mas é menos esmerado e relevante em sua obra

Daniel Galera, autor de "Barba ensopada de sangue"

Prosa pobre, pobre prosa

Por JULIÁN ANA

Boa história de “Barba ensopada de sangue” sucumbe a descrições em excesso e ação e reflexão de menos