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Otro_Ojo

Por RICARDO HUMBERTO

As superstições que assombram a tradução

Por EDUARDO FERREIRA

A superstição assombra o mundo de formas variadas. Soprada pela irracionalidade, acende a esperança e atiça o medo. Atua com […]

Thales Paradela

Por THALES PARADELA

Quando Não é sempre que te quero. É só quando a aurora com olheiras roxas chega atrasada ao ocaso da […]

A estrutura do conto Bestiário, de Cortázar (1)

Por RINALDO DE FERNANDES

Bestiário, de Julio Cortázar, é composto basicamente de 9 cenas. Comento-as aqui, uma por uma, levando em conta a construção […]

Mario de Sa-Carneiro

Ele próprio, o outro

Por GREGÓRIO DANTAS

Em uma das muitas cartas enviadas a seu amigo Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro expressa incerteza quanto ao subtítulo que […]

Maria Rezende_livro

Poesia anfitriã

Por IGOR FAGUNDES

Se livros são espécies de casas, com direito a portas, janelas, sótãos e porões, este Bendita palavra, de Maria Rezende, […]

Ninil

Por LUIZ BRAS

Noite. Inverno na avenida Paulista, na Casa das Rosas, no mundo todo. Primeiro encontro da oficina de criação literária. Olhos […]

Vi uma foto de Anna Akhmátova

Por FERNANDO MONTEIRO

Fragmento   Vi uma foto de Anna Akhmátova, numa oferta de segunda mão em livraria de terceira fechando as portas […]

A poeta Chantal Maillard

Peregrinações

Por ADRIANA LISBOA

  Faz alguns anos que me acompanha na memória este trecho da poeta espanhola Chantal Maillard, uma das vozes poéticas […]

Antonio Fraga_livro

Fortes estranhamentos

Por VILMA COSTA

Desabrigo, de Antônio Fraga, publicado pela primeira vez em 1945, continua sendo um desafio para escritores, leitores e críticos. Considerado […]

Antonio Carlos Viana_Osvalter

Uma espécie de relatos de sobreviventes

Por MARCIO RENATO DOS SANTOS

É possível entender toda narração como a história de quem sobrevive, principalmente se o parâmetro for Cine privê, de Antonio […]

Quase-diário

Por AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA

24.03.1982 Saio de uma aula na Universidade de Aix-en-Provence, onde, de repente, disse: “O famoso poema Un coup de dés”… […]